"O acaso não existe na Obra do Criador. A Força Maior de Deus guia os passos de Seus filhos."
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Foto do braço tatuado de rapaz achado no Parque Lage circula na internet para ajudar a identificá-lo
RIO - A foto de um rapaz de cerca de 25 anos que traz o nome "Joana"
tatuado no braço direito está sendo divulgada nas redes sociais, nesta
segunda-feira. O objetivo é tentar descobrir quem é o rapaz, que está
internado desde sábado no Hospital Miguel Couto, na Gávea, sem
identificação. Ele foi resgatado pelos bombeiros numa trilha do Parque
Lage, desacordado. Segundo os médicos, deve ter ficado mais de 24 horas
ao relento. A Secretaria municipal de Saúde confirma a autenticidade da
foto.
O rapaz foi encontrado por um visitante do parque na manhã
de sábado. Ele estava desacordado e com ferimentos pelo corpo. Levado
para o Miguel Couto, foi internado no CTI com traumatismo craniano e
trauma no tórax. A identidade do jovem, que já passou por uma
neurocirurgia, ainda é um mistério para os médicos. Ele estava sem
documentos, e ainda não apareceu ninguém da família no hospital.
A
foto que circula na internet não mostra o rosto do homem. Várias
pessoas estão compartilhando a imagem, algumas com muitos seguidores,
como o estudante Rene Silva, do jornal Voz da Comunidade, do Complexo do
Alemão. A foto está em seu perfil no Facebook, e mais de 600 pessoas já
compartilharam, aumentando a chamada corrente do bem.
Fonte: O GLOBO
domingo, 1 de julho de 2012
Por Amor a Belo Jardim
Está configurado que
Belo Jardim terá quatro palanques, DEM, PSD, PTB e PTC. A única duvida é
o vice do PTC que vem como pré-candidato Gerlan Melo, pois até o fim do
prazo para registro das candidaturas poderá ocorrer mudanças.
A eleição municipal
deve ser bem polarizada devido ao grande número de candidatos a
prefeito. Isso deve facilitar para o eleitor na hora de votar, em nossa
opinião esta eleição terá um caráter de plebiscito, em que os eleitores
irão julgar os gestores e ex-gestores, ambos provenientes do mesmo grupo
político, e da oposição.
Fonte: Blog Paredão do Povo
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Juridiquês pode inspirar mudanças no novo CPC, afirma Senado
Palavras
difíceis, termos em latim, expressões desconhecidas: o rebuscado
"juridiquês" é prática tradicional entre juízes, advogados e outros
profissionais da área jurídica. De acordo com informações do Senado, a
preocupação com clareza e objetividade cresce entre os próprios
magistrados e pode inspirar mudanças no projeto do novo CPC, que deve voltar ao Senado em agosto.
Algumas
iniciativas, tanto de ministros, deputados, senadores, associações e
profissionais, contribuem para a melhorias na linguagem jurídica
utilizada diariamente. Em 2005, a AMB realizou campanha em favor da
simplificação da linguagem por meio de concursos, palestras e
distribuição de cartilhas com glossário de expressões jurídicas. A
iniciativa surgiu após pesquisa do Ibope revelar o incômodo da população
brasileira com a lentidão dos processos e a linguagem fechada, prolixa e
pedante.
No Congresso, o PL 7.448/06
da Câmara pedia a elaboração de sentenças em linguagem simples, clara e
direta. O projeto, aprovado pela Casa em 2010, não pôde tramitar devido
à aprovação, na mesma época, do projeto de novo CPC, atualmente
analisado pelos deputados.
Para o Senado, a
fim de evitar a perda dos anos de discussão, a solução seria introduzir o
preceito da simplificação da linguagem jurídica no contexto da reforma
do código. O anteprojeto foi elaborado pedindo "a simplicidade da
linguagem e da ação processual, a celeridade do processo e a efetividade
do resultado da ação".
Na Casa, a
orientação pela simplificação da linguagem jurídica deve ganhar destaque
durante a tramitação do projeto de CPC. O senador Pedro Taques
(PDT/MT), integrante da CCJ, professor de Direito e ex-procurador da
República, rejeita a ideia de que o uso de termos técnicos impede a
clareza do texto.
Para o juiz e
professor de Direito da UERJ, André Nicolitt, mais do que servir como
uma ferramenta de poder, os termos incompreensíveis num raciocínio
tortuoso acabam agredindo a CF/88 no que diz respeito ao acesso à Justiça. Para ele, os profissionais tentam impressionar com jargões e frases de efeito. "É
um exercício de poder, uma violência simbólica para mostrar erudição e
autoridade. Numa cultura jurídica menos autoritária, teremos uma
linguagem mais acessível. O uso de termos incompreensíveis ao cidadão
comum não é uma prática apenas de magistrados, pois muitos advogados
também fazem isso".
De acordo com
Nicolitt, na formação dos profissionais de Direito, o costume é ruim
porque cria um mundo distante da realidade. Ele acredita que os novos
livros de Direito são um caminho para mudar esse cenário, e espera que
esses novos textos mais claros "façam a cabeça" dos futuros
profissionais.
Também entra em
questionamento a interferência do estilo pessoal e sentenças poéticas na
clareza das peças. Para Nelson Calandra, presidente da AMB, o estilo
dos profissionais deve ser respeitado. Ele lembra que muitos juízes
preferem apresentar um estilo mais literário, com algumas sentenças
sendo redigidas de forma poética.
Iniciativas
isoladas de profissionais que atuam no Judiciário brasileiro vão de
encontro à simplificação e facilitação do acesso à Justiça. De acordo
com o Senado, há dois a ministra Nancy Andrighi, do STJ, mantém um
projeto de simplificação das decisões judiciais, "traduzindo" suas
principais decisões para a linguagem coloquial em seu site.
No mesmo sentido,
o Senado também simplifica a linguagem jurídica em seus projetos. Após a
ementa apresentada no texto parlamentar, há disposto o item "Explicação
da ementa", que resume o projeto, e a classificação do assunto relativo
à proposição pesquisada.
Comissão do Senado amplia pena para exploração sexual de crianças e adolescentes
Foi aprovado pela Comissão de
Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o projeto de lei nº 495/2011 que
altera o artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei
8.069/90) ampliando a punição pela exploração sexual de crianças e
adolescentes.
A proposta pretende alterar a pena de
reclusão que é de 4 a 10 anos para de 6 a 12 anos para quem submeter
menores a prostituição ou explorá-los sexualmente. A pena ampliada
também será aplicada a quem facilitar ou estimular essas práticas pela
internet.
O projeto também quer alterar a Política
Nacional de Turismo (Lei nº 11.771/2008) inserindo a exploração sexual
de crianças e adolescentes como prática a ser combatida nas ações
públicas para o setor.
Agora, se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, a matéria será encaminhada para Câmara dos Deputados.
Fonte:
BRASIL. Senado – CCJ aprova pena de reclusão maior para exploração sexual de crianças
Disponível em:
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/06/27/ccj-aprova-pena-de-reclusao-maior-para-exploracao-sexual-de-criancas
Acesso em: 27 de jun. 2012.
Mais um e-mail com uma menina com cancer.
Dessa vez, a pobre menina tem até nome: Raquel Arlington.
1- Em primeiro lugar: Sempre desconfie de tudo o que você recebe na sua caixa de entrada. E-mails como esse estão aos montes circulando pela NET. Os principais temas são: Câncer, dinheiro, golpe, satanismo e outras
2- Já na primeira linha, inicia o e-mail com as palavras que já
são de costume de todo Spam (as palavras mais usadas são: “CUIDADO!”,
“URGENTE!”, “FAVOR REPASSAR!”) .
3- Na linha seguinte, a mensagem diz:
| A alguns dias os doutores encontraram nela um câncer cerebral . Há só uma caminho para salva-lá… operação |
Quais são os doutores? Ele não fala. E eu também não sei.
4- Próximas linhas do E-mail:
| AOL e ZDNET nos ajudarão. Pedimos a você que repasse esse email a todas as pessoas que puder e AOL limpará este e-mail e contará as pessoas recebidas. |
— Resposta da AOL –
Prezados Senhores
Informamos que não temos
nenhuma relação com qualquer tipo de corrente. Estas correntes são
criadas por pessoas que utilizam nomes de Empresas conhecidas no mercado
para aumentar a aceitação dos usuários, porém raramente condizem com a
verdade. No caso da America Online, sempre que lançarmos algum tipo de
campanha ou promoção, esta será devidamente divulgada na mídia escrita e
falada, mas sem causar nenhum tipo de aborrecimento aos usuários.
Atenciosamente,
Patricia
AOL Brasil Ltda.
Patricia
AOL Brasil Ltda.
Só o fato da AOL não reconhecer tal
ajuda, corrobora para termos a certeza de que essa corrente é falsa.
NUNCA! NUNCA DÁ PRA SABER QUANTAS PESSOAS RECEBERAM TAIS E-MAILS.
5- A penúltima linha do e-mail trás a frase:
| Cada pessoa que abrir este correio e passar adiante três pessoas pelo menos, nós receberemos 32 centavos. |
O que você acha disso? Eu acho o seguinte (só estou especulando!): Se uma operação cerebral, custasse por volta de 500 mil reais!,
para essa família receber tal quantia, era só mandarem e-mails para
1.562.500 pessoas! Com a velocidade e o tamanho da Internet, em menos de
2 horas o trabalho já estaria feito. No entanto, esse e-mail dá várias
voltas e acaba voltando pra você (como uma praga!) depois de alguns
meses.
Mais uma pergunta: Se dá pra saber quantas pessoas
receberam e repassaram o bendito e-mail, então por que quando a
“campanha” terminasse, a AOL ou o autor do e-mail não nos manda uma
mensagem, agradecendo e/ou pelo menos, avisando que a “campanha”
terminou?
6 – E a menina da foto? Quem é?
Pode ser qualquer uma. Várias versões circulam pela rede com várias
fotos diferentes. Nessa versão foi usada uma foto retirada de algum site
que disponibiliza papéis de parede. A internauta Elisabete nos mandou o
link da foto que ela encontrou ao procurar papéis de carta para
enfeitar os seus e-mails. Se você quiser conferir, clique aqui!
AOL irá ajudar em R$ 0,10 no tratamento da garota é falso!
A America On Line não está financiando nenhuma campanha desse tipo e, além do mais, é impossível se saber para quantas pessoas o tal e-mail foi repassado.
Em maio de 2008, o Centro de Pesquisas de Reabilitação Ortopédica da
China, em Beijing, conseguiu projetar e entregar as pernas protéticas
especialmente criadas para a moça.
As fotos que mostram Qian Hongyan são reais! De fato, a menina perdeu as pernas em um acidente de carro no ano 2000. Na época, seus pais não tinham dinheiro para comprar as próteses da pobre Qian. A ideia foi improvisar um apoio para a parte
inferior do corpo da chinesinha usando meia bola de basquete.
Apesar das fotos serem reais, o trecho que afirma que a AOL irá ajudar em R$ 0,10 no tratamento da garota é falso! A America On Line não está financiando nenhuma campanha desse tipo e, além do mais, é impossível se saber para quantas pessoas o tal e-mail foi repassado.
Em maio de 2008, o Centro de Pesquisas de Reabilitação Ortopédica da
China, em Beijing, conseguiu projetar e entregar as pernas protéticas
especialmente criadas para a moça.
Fonte: e-farsas
terça-feira, 26 de junho de 2012
Inaugurada a Central de Atendimento ao Cidadão no STJ
Em cerimônia realizada na noite desta terça-feira (26), o Superior
Tribunal de Justiça (STJ) inaugurou a Central de Atendimento ao Cidadão
(CAC). Situada em área nobre e de fácil acesso, no térreo do Edifício
dos Plenários, a Central irá aproximar advogados e outros cidadãos das
informações e serviços prestados pela Corte.
A solenidade de abertura foi conduzida pelo presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, que homenageou os idealizadores da proposta, servidores da Secretaria Judiciária. “Felizmente temos servidores que se preocupam com a instituição, que vestem a camisa, que propõem aperfeiçoamento, e é isso que estamos festejando hoje”, afirmou.
Na ocasião, o ministro Cesar Asfor Rocha, decano do STJ, o diretor-geral da Corte, Silvio Ferreira, e o ministro Pargendler iniciaram uma visita com os presentes pelas instalações da CAC, um espaço moderno, que congrega os serviços de protocolo de petições, informações processuais, seção de apoio aos advogados, Ouvidoria e Defensoria Pública. Em razão da presença da Ouvidoria do STJ, a CAC terá importante papel também no atendimento de demandas amparadas na Lei de Acesso à Informação (LAI).
A inauguração contou com a presença de vários ministros e servidores do STJ, presidentes, vice-presidentes e representantes de Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais, além de outros magistrados.
“Hoje está em vigor a Lei de Acesso à Informação, pela qual todo cidadão terá o direito de conhecer as informações públicas, inclusive as que dizem respeito ao servidor público. Então, o Tribunal está dando um exemplo de cumprimento integral da LAI, colocando à disposição do cidadão mais uma prestação de serviço”, afirmou o ministro Humberto Martins.
A iniciativa
A proposta da criação da CAC (veja o vídeo produzido pela Coordenadoria de TV do STJ) partiu da Secretaria Judiciária, comandada por Maria Aparecida do Espírito Santo. “A equipe verificou a necessidade de centralizar os serviços mais demandados pelo público do STJ. E hoje nós estamos vendo a realização desse projeto que o ministro Ari abraçou. Não somente a Secretaria Judiciária como todas as secretarias do Tribunal participaram para que isso fosse realmente realizado”, disse.
Segundo Francisco Góis, titular da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do STJ, “a partir do nosso site, de qualquer lugar do país, o cidadão consegue acessar o processo, ver o andamento, verificar a jurisprudência, porém ele não tem o contato pessoal com um operador de direito, caso queira aprofundar alguma questão. Na Central temos dois aliados: a tecnologia e o atendimento dos nossos servidores especializados, com isso conseguimos prestar uma informação de mais alto nível aos jurisdicionados”.
Cláudia Beck, secretária de Órgãos Julgadores, destacou que a Central é também uma forma de o Tribunal da Cidadania prestigiar o advogado, reconhecido como verdadeiro auxiliar da Justiça.
A iniciativa foi felicitada por Ophir Cavalcante, presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Mais uma vez o STJ cumpre o seu papel e honra tudo aquilo que a história lhe conferiu, sobretudo o de ser o Tribunal da Cidadania. É muito importante que a Justiça brasileira se abra para o cidadão. É importante que o cidadão possa saber como estão sendo aplicados os seus recursos, os impostos que ele recolhe, e que isso reverta em favor do cidadão como serviços. E esse é um espaço de esclarecimento, de cidadania em si. É um território para que os advogados possam também exercer o seu papel”, declarou.
Uriatan Benevides, representante do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), comemorou a proposta: “A ideia de centralizar os serviços é muito boa, pois tudo o que vem para simplificar é melhor, tanto para o advogado, para o defensor público, para o Ministério Público, quanto para o cidadão. Isso significa economia para a administração pública e acessibilidade para o cidadão, porque simplifica a forma de acesso à Justiça. Esse tipo de iniciativa representa o estágio em que estamos no mundo jurídico, que é uma busca por acessibilidade, por inclusão do cidadão na dinâmica processual.”
Fotos:
Ao discursar na inauguração, o ministro Ari Pargendler elogiou os servidores que idealizaram a Central de Atendimento do Cidadão: "Eles vestem a camisa."
O ministro Cesar Rocha e o diretor-geral do STJ, Silvio Ferreira, desatam a fita inaugural da CAC.
O presidente do STJ, Ari Pargendler, conduz ministros e outras autoridades em visita às instalações da central.
Benedito Maranhão, coordenador de Protocolo de Petições e Informações Processuais, gestor do projeto estratégico da CAC; a titular da Secretaria Judiciária, Maria Aparecida do Espírito Santo; o ministro Ari Pargendler e o diretor-geral do STJ, Silvio Ferreira.
A solenidade de abertura foi conduzida pelo presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, que homenageou os idealizadores da proposta, servidores da Secretaria Judiciária. “Felizmente temos servidores que se preocupam com a instituição, que vestem a camisa, que propõem aperfeiçoamento, e é isso que estamos festejando hoje”, afirmou.
Na ocasião, o ministro Cesar Asfor Rocha, decano do STJ, o diretor-geral da Corte, Silvio Ferreira, e o ministro Pargendler iniciaram uma visita com os presentes pelas instalações da CAC, um espaço moderno, que congrega os serviços de protocolo de petições, informações processuais, seção de apoio aos advogados, Ouvidoria e Defensoria Pública. Em razão da presença da Ouvidoria do STJ, a CAC terá importante papel também no atendimento de demandas amparadas na Lei de Acesso à Informação (LAI).
A inauguração contou com a presença de vários ministros e servidores do STJ, presidentes, vice-presidentes e representantes de Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais, além de outros magistrados.
“Hoje está em vigor a Lei de Acesso à Informação, pela qual todo cidadão terá o direito de conhecer as informações públicas, inclusive as que dizem respeito ao servidor público. Então, o Tribunal está dando um exemplo de cumprimento integral da LAI, colocando à disposição do cidadão mais uma prestação de serviço”, afirmou o ministro Humberto Martins.
A iniciativa
A proposta da criação da CAC (veja o vídeo produzido pela Coordenadoria de TV do STJ) partiu da Secretaria Judiciária, comandada por Maria Aparecida do Espírito Santo. “A equipe verificou a necessidade de centralizar os serviços mais demandados pelo público do STJ. E hoje nós estamos vendo a realização desse projeto que o ministro Ari abraçou. Não somente a Secretaria Judiciária como todas as secretarias do Tribunal participaram para que isso fosse realmente realizado”, disse.
Segundo Francisco Góis, titular da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do STJ, “a partir do nosso site, de qualquer lugar do país, o cidadão consegue acessar o processo, ver o andamento, verificar a jurisprudência, porém ele não tem o contato pessoal com um operador de direito, caso queira aprofundar alguma questão. Na Central temos dois aliados: a tecnologia e o atendimento dos nossos servidores especializados, com isso conseguimos prestar uma informação de mais alto nível aos jurisdicionados”.
Cláudia Beck, secretária de Órgãos Julgadores, destacou que a Central é também uma forma de o Tribunal da Cidadania prestigiar o advogado, reconhecido como verdadeiro auxiliar da Justiça.
A iniciativa foi felicitada por Ophir Cavalcante, presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Mais uma vez o STJ cumpre o seu papel e honra tudo aquilo que a história lhe conferiu, sobretudo o de ser o Tribunal da Cidadania. É muito importante que a Justiça brasileira se abra para o cidadão. É importante que o cidadão possa saber como estão sendo aplicados os seus recursos, os impostos que ele recolhe, e que isso reverta em favor do cidadão como serviços. E esse é um espaço de esclarecimento, de cidadania em si. É um território para que os advogados possam também exercer o seu papel”, declarou.
Uriatan Benevides, representante do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), comemorou a proposta: “A ideia de centralizar os serviços é muito boa, pois tudo o que vem para simplificar é melhor, tanto para o advogado, para o defensor público, para o Ministério Público, quanto para o cidadão. Isso significa economia para a administração pública e acessibilidade para o cidadão, porque simplifica a forma de acesso à Justiça. Esse tipo de iniciativa representa o estágio em que estamos no mundo jurídico, que é uma busca por acessibilidade, por inclusão do cidadão na dinâmica processual.”
Fotos:
Ao discursar na inauguração, o ministro Ari Pargendler elogiou os servidores que idealizaram a Central de Atendimento do Cidadão: "Eles vestem a camisa."
O ministro Cesar Rocha e o diretor-geral do STJ, Silvio Ferreira, desatam a fita inaugural da CAC.
O presidente do STJ, Ari Pargendler, conduz ministros e outras autoridades em visita às instalações da central.
Benedito Maranhão, coordenador de Protocolo de Petições e Informações Processuais, gestor do projeto estratégico da CAC; a titular da Secretaria Judiciária, Maria Aparecida do Espírito Santo; o ministro Ari Pargendler e o diretor-geral do STJ, Silvio Ferreira.
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